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Indicador x Análise

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Sempre costumo relacionar os conteúdos que ministro em cursos com o sentido mais filosófico da coisa, se é que
assim posso denominá-lo. Acredito profundamente que todo tratado dentro das organizações possuem esse cunho e que seu
entendimento deve ser amplamente difundido e conhecido. É através deles que as boas práticas surgem, assim acredito que
devam se fundamentar os planos.
Um dos assuntos que tenho tratado recentemente é indicadores. Mas antes de entrar propriamente dito sobre isso
vale esse investimento de tempo, considerado por muitos como desnecessário, para explanar que premissas norteiam esse
tema.
Um indicador nada mais é que um demonstrativo quantitativo ou gráfico ou ambos, que indica, e nada mais que isso,
o status real de um processo. O número de entregas feitas, a quantidade produzida, a quantidade de atendimentos e inúmeros
outros por si só são o que são e nada mais. São números. A contextualização destes é que imprime sua importância. Eles são
a base, o alicerce e é através dele que a todo se forma. É lógico deduzir então, que seus fundamentos sejam bem trabalhados.
Que eles realmente sejam precisos e com uma boa margem de acerto para garantir uma boa margem de segurança. No dia a
dia, é a coleta, o que e como se levantam os dados, seu resguardo e onde e como se compila a coleta, que garantem esses dois
aspectos citados.
Já o índice é uma comparação, uma avaliação de um quesito por outro. Ele elenca uma conclusão mais rápida do
contexto. É o número de entregas no prazo em relação as totais realizadas, é a quantidade de unidades produzidas em relação
a meta de produção, a quantidade de atendimentos em relação a capacidade instalada, e inúmeros outros. Ele permite uma
percepção (aqui no sentido de compreensão) mais profunda do contexto.
Quando percebemos um indicador ou um índice o fazemos principalmente de forma visual, mas não só esse sentido
nos é estimulado, algumas vezes também o tato, em relatórios e relatórios. Esse processo é tão natural e intrínseco que nem
nos damos conta quando ocorre. Talvez por isso negligenciemos os cuidados com uma boa apresentação. O mais importante é
a informação, sempre. Mas, cabe a nós escolhermos se queremos recebê-la num papel de jornal rascunhado ou em um offset
impresso a laser. Besteira! Indagariam alguns. Respondo que não. É cuidado. Não é perfumaria. É clareza e transparência. É
eliminação de dúvidas e confiança.
Em ambos, as informações devem ficar o mais claro possível. O que é, o como é, o que representa, o que fomenta e
quem responde são um mínimo que precisam ficar claros nessa apresentação. E ainda acrescento o histórico e a identificação
das tendências como fundamentais. Colocar cada coisa num lugar específico, com cores coerentes e letras e números legíveis
não é perfumaria. É clareza. Metas destacadas, ganhos ressaltados, perdas identificadas, histórico de acompanhamento não
são besteiras. É transparência. As fórmulas usadas, o banco de dados de origem e uma matriz de influência que o contextualize
não são firulas, são a prática de conceitos.
O uso de ambos deve ser difundido para todos, eles são a forma de divulgar mais facilmente junto a força de trabalho
em todos os níveis hierárquicos, como eles próprios contribuem para o desempenho organizacional. E devem assim, ser
criados intimamente atrelados aos objetivos da empresa.
Se onde você trabalha ou lidera, essas premissas são negligenciadas, um importante passo rumo a excelência está
deixando de ser dado.

Sempre costumo relacionar os conteúdos que ministro em cursos com o sentido mais filosófico da coisa, se é que assim posso denominá-lo. Acredito profundamente que todo tratado dentro das organizações possuem esse cunho e que seu entendimento deve ser amplamente difundido e conhecido.

É através deles que as boas práticas surgem, assim acredito que devam se fundamentar os planos.

Um dos assuntos que tenho tratado recentemente é indicadores. Mas antes de entrar propriamente dito sobre isso vale esse investimento de tempo, considerado por muitos como desnecessário, para explanar que premissas norteiam esse tema.

Um indicador nada mais é que um demonstrativo quantitativo ou gráfico ou ambos, que indica, e nada mais que isso,o status real de um processo. O número de entregas feitas, a quantidade produzida, a quantidade de atendimentos e inúmeros outros por si só são o que são e nada mais. São números.

A contextualização destes é que imprime sua importância. Eles são a base, o alicerce e é através dele que a todo se forma. É lógico deduzir então, que seus fundamentos sejam bem trabalhados.

Que eles realmente sejam precisos e com uma boa margem de acerto para garantir uma boa margem de segurança. No dia adia, é a coleta, o que e como se levantam os dados, seu resguardo e onde e como se compila a coleta, que garantem esses dois aspectos citados. Já o índice é uma comparação, uma avaliação de um quesito por outro. Ele elenca uma conclusão mais rápida do contexto.

É o número de entregas no prazo em relação as totais realizadas, é a quantidade de unidades produzidas em relação a meta de produção, a quantidade de atendimentos em relação a capacidade instalada, e inúmeros outros.

Ele permite uma percepção (aqui no sentido de compreensão) mais profunda do contexto. Quando percebemos um indicador ou um índice o fazemos principalmente de forma visual, mas não só esse sentido nos é estimulado, algumas vezes também o tato, em relatórios e relatórios. Esse processo é tão natural e intrínseco que nem nos damos conta quando ocorre.

Talvez por isso negligenciemos os cuidados com uma boa apresentação. O mais importante é a informação, sempre. Mas, cabe a nós escolhermos se queremos recebê-la num papel de jornal rascunhado ou em um off set impresso a laser. Besteira! Indagariam alguns.

Respondo que não. É cuidado. Não é perfumaria. É clareza e transparência. É eliminação de dúvidas e confiança. Em ambos, as informações devem ficar o mais claro possível. O que é, o como é, o que representa, o que fomenta e quem responde são um mínimo que precisam ficar claros nessa apresentação.

E ainda acrescento o histórico e a identificação das tendências como fundamentais. Colocar cada coisa num lugar específico, com cores coerentes e letras e números legíveis não é perfumaria. É clareza.  Metas destacadas, ganhos ressaltados, perdas identificadas, histórico de acompanhamento não são besteiras.

É transparência. As fórmulas usadas, o banco de dados de origem e uma matriz de influência que o contextualize não são firulas, são a prática de conceitos.

O uso de ambos deve ser difundido para todos, eles são a forma de divulgar mais facilmente junto a força de trabalho em todos os níveis hierárquicos, como eles próprios contribuem para o desempenho organizacional. E devem assim, ser criados intimamente atrelados aos objetivos da empresa.

Se onde você trabalha ou lidera, essas premissas são negligenciadas, um importante passo rumo a excelência está deixando de ser dado.

João Paulo de S. Silva João Paulo de S. Silva  /  Site do autor /  Gestão

Publicado em: 22/06/2012  /  Total de Leituras: 5.746

Profissional graduado em Engenharia de Produção e concluindo especialização em Licenciamento Ambiental OnShore (PROMINP-Petrobrás) com 6 ano ...
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